sexta-feira, 18 de março de 2011

Ai meu Deus! Que eu não queria mesmo falar sobre isto mas tem de ser. Que este é o meu espaço de fuga e libertação, onde exorcizo os meus pensamentos. Assim como se fosse um piano de onde saem sons. E hoje apetece-me tocar...
Existem pessoas tão más, tão más... e que se julgam tão boas, tão boas! Demónios com caras de anjo... que se cruzam connosco, se aproveitam de nós, nos sugam o tutano, nos deitam abaixo e depois seguem as suas vidas como se nada tivessem feito!
Existem mesmo pessoas assim! E é sobre elas que reflicto hoje. Porque também elas têm um importante papel na nossa vida: o de aprendermos a reconhecer o que vale mesmo a pena.
Já não me desiludo. Apenas não me iludo mais.
Beijos a todos e um excelente fim de semana!

6 comentários:

Dora Duarte Osório disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anónimo disse...

Serão as pessoas más sempre más? Isto deita por terra a teoria da sociabilização, da eficácia da repreensão, das prisões, etc
Excelente tema de reflexão. Tenho para mim que o ser humano pode/deve ter a chance de evoluir. Sou um romântico (kkkkkkkkk).
Ricardo

Anónimo disse...

Ora vês como já aprendeste alguma coisa? Já não te vais desiludir mais porque aprendeste a não te deixares iludir.
Beijos,
Ana

Anónimo disse...

Na prática, a essência de um indivíduo não se altera. A socialização e a repreensão podem moldar comportamentos que, na maioria dos casos, apenas se mantêm controlados por um período de tempo.
Mas, como é evidente, todos devemos ter a possibilidade de evoluir e melhorar. Acontece que as pessoas "más", na sua maioria, são não só dissimuladas, como extremamente críticas relativamente aos outros. Vitimizam-se e consideram-se donas da verdade. Como podem então aprender a evoluir, se a evolução se faz com humildade e sabedoria? A evolução é um caminho que se deve percorrer calmamente, sem pressa.

Vocas disse...

Caro(a) anónimo(a), é exactamente assim que penso. As pessoas más são extremamente críticas em relação aos outros e consideram-se donas da verdade. Por isso não evoluem.
Têm apenas uma vantagem: a de nos ensinarem (sem saberem) como não nos iludirmos mais.

Dora Duarte Osório disse...
Este comentário foi removido pelo autor.